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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Evidências do Dilúvio no registo fóssil #1

 Existem muitas evidências científicas que se encontram de acordo com o Dilúvio.

Neste post irei falar sobre algumas daquelas encontradas no arquivo fóssil. E aqui estão elas:

  • Fósseis de animais fossilizados com o pescoço virado para trás indicando morte por afogamento.

Fig. 1 - Fóssil de animal com o pescoço dobrado para trás (arqueopterix, acho eu)


  • Ovos de dinossauro fossilizados com casca dupla como uma indicação de que o animal que o pôs estava em stress (quando um animal que põe ovos se encontra numa situação de perigo ele, em vez de pôr o ovo imediatamente, mantém-no dentro de si e fá-lo passar novamente pelo processo de formação da casca; dando-lhe uma casca dupla como resultado).

Fig.2 - Ninho de ovos de dinossauro


  • Ao fazer uma experiência para descobrir a longevidade de uma biomolécula, ou de uma célula; acelarando o processo de envelhecimento utilizando temperaturas mais altas, os cientistas chegaram à conclusão de que elas não chegaria nem perto do nº de mil milhões de anos que se diz que estas estruturas fossilzadas têm.

Fig. 3 - Foto de imagem microscópica de células de um tecido mole encontrado num chifre de um triceratops fossilizado

  • Ao nível celular, todos os seres têm o mesmo grau de complexidade e, as únicas diferenças no grau de complexidade encontram-se na capacidade de locomoção pois, os animais terrestres precisam de estruturas mais complexas para se deslocarem em terra do que os animais marinhos precisam para se delocarem na água e, como eles não necessitam das mesmas, não as têm.

  • A ordem dos animais nos vários estratos deve-se provavelmente ao facto de que os animais seriam enterrados pela ordem da altura a que se situava o seu habitat*; desde os animais que viviam na superfície marinha até aos animais que viviam/podiam viver nas montanhas mais altas.


*Para mais informações sobre a formação de estratos, veja este documentário (para quem perceber inglês), ou, leia a série de posts que eu irei publicar sobre o mesmo.


Fonte:
https://www.youtube.com/watch?v=oC_YlyYHo40 - Como é que as pegadas de dinossauros e os ovos são provas de uma inundação global Dr.Art Chadwick
https://www.youtube.com/watch?v=UM82qxxskZE - O Génesis é História? - Veja o filme completo

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

A Grande Barreira de Coral - 1

Hoje irei começar uma mini-série de posts sobre a Grande Barreira de coral (GBC) sendo que irei começar por falar um pouco sobre ela de forma geral. Seguidamente falarei sobre o recife de Osprey e terminarei falando sobre a ilha de Raine.

A GBC é formada por 3000 recifes de coral e tem uma extenção de 2300 kilómetros ao longo da costa nordeste da Austrália.
Ao longo do ano atrai mais de 1 milhão de animais migratórios.


Grande Barreira de Coral



O recife de Osprey situa-se a 150km da orla Norte da GBC.
Este recife, ainda que isolado, tem um papel crucial na vida dos habitantes da GBC.
O que o faz tão interressante é o facto de passar pela corrente equatorial do Sul que é uma autentica autoestrada para os seres que o visitam.

Este recife consiste numa enorme montanha escondida sob as ondas que se ergue do solo marinho até uma altura de 1400 metros. No cume desta montanha forma-se uma lagoa baixa que aloja uma grande quantidade de corais.

Este recife serve de ponto de passagem para animais como as tartarugas e os tubarões. Estes fazem longas viagens e aqui recuperam forças e alimento.
Existem tubarões que a partir daqui vão para destinos muitos específicos na GBC.
Todos os tubarões se dirigem para a ilha de Raine para aproveitarem uma oportunidade única: a chegada das tartarugas verdes fêmea pois muitas delas não sobrevivem à longa viagem e deste modo eles obtêm comida sem ter de a caçar.

Nos meses de Verão as tartatugas verdes chegam aos milhares pois é nesta ilha que põem os seus ovos. Algumas delas chegam a percorrer 2400km para chegar a este local.
70% das tartarugas desta espécie, da GB vêm desovar aqui; fazendo desta um dos locais de nidificação
mais importantes do planeta.
















Nota: Eu vou seguir a ordem dos vários episódios desta série de documentários.


Bibliografia:

  • Documentário: David Attenborough e a Grande Barreira de coral;