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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Existem cientistas respeitados que acreditam no Dilúvio?

 Para aqueles que possam pensar que "só os ignorantes/religiosos..." é que acresitam no Dilúvio: Sim, existem ciêntistas completamente habilitados que acreditam no Dilúvio. E aqui estão alguns deles:

Kurt Wise

Ph. D. Paleontology

Steven A. Austin

Ph. D. Geology

John Morris

Ph. D. Geology

Elaine Kennedy

Ph. D. Geology

Donald B. De Young

Ph. D. Physics

Russel Humphreys

Ph. D. Physics

Keith Wanser

Ph. D. Physics

Jonh Baumgardner

Ph. D. Geophysics

Danny R. Faulkner

Ph. D. Astronomy

Duane T. Gish

Ph. D. Biochemistry

Jay Wile

Ph. D. Nuclear Chemistry

Lane P. Lester

Ph. D. Genetics

Linda K. Walkup

Ph. D. Molecular Genetics

Ray Bohlin

Ph. D. Molecular Biology

Gary E. Parker

Ph. D. Biology

Raul Lopez

Ph. D. Atmospheric Science

Larry Vardiman

Ph. D. Atmospheric Science

Charles Taylor

Ph. D. Linguistics

Robert Cole

Ph. D. Semitc Languages

Steven Boyed

Ph. D. Hebraic and Cognitive Studies



Lista tirada daqui.

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Entropia genética e o Génesis

Nos posts anteriores do projeto capstone eu andei a falar de evidências específicas do Dilúvio.

Neste post farei de uma forma diferente, e apresentarei evidências para a decadência da Humanidade desde o pecado original*. E, ao fazer isto apresento provas a favor da veracidade do Génesis, o que, consequentemente, ajuda a provar o Dilúvio (também faz parte deste livro, 6,5 - 9,17) pois se a primeira parte for histórica, é mais provável que a segunda também o seja.


 Segundo os ciêntistas que estudam o genoma humano, o nosso ADN está cada vez mais deteriorado a cada geração que passa (a cada geração perde-se entre 1 e 10% da informação genética).

A cada divisão celular acumulam-se 3 novas mutações (erro** na "cópia" da informação do ADN), por célula; nós temos cerca de 30 biliões de células, e este processo ocorre uma vez ao dia, logo, ao longo da nossa vida acumulamos muitas mutações, sendo que várias delas são passadas para os nossos filhos.


Mas, para as pessoas que acreditam na Teoria da Evolução, isto representa um grande problema, pois se nós estamos a perder informação genética, em vez de criar aleatóriamente nova informação, esta Teoria não tem qualquer base na informação encontrada no Genoma Humano.

Para os criacionistas, ao contrário dos evolucionistas, elas ajudam a provar a  sua visão que aceita o livro do Génesis como um livro histórico (ainda que não contenha tudo o que aconteceu, e que por isso se tenha de procurar evidências na natureza para os eventos nele relatados).



Notas:

*Para quem não souber isto foi o que aconteceu no Princípio: Deus criou o ceú e a terra (tudo o que é visível e tudo o que é invisível). Depois disso, criou o Homem (Adão e Eva), à sua imagem e semelhança, de forma perfeita, para viver eternamente em comunhão com ele eternamente. Mas Ele criou-o livre para escolher o bem, ou, o mal. Infelizmente, ele escolheu o mal, ao se deixar seduzir pela Serpente Antiga, Satanás, e comeu do fruto do Bem e do Mal. Ao fazer isto, quebrou-se a perfeição eterna do seu ser e da sua relação com Deus, eles são expulsos do paraíso, a entropia começa, e a morte aparece. (Gen.1.1-3,24)

** Todas estas mutações são negativas, são a perda de informação. Nunca foram encontradas mutações positivas, que acrescentassem informação genética. 


Fontes:

https://tdibrasil.org/index.php/2019/03/06/o-que-e-entropia-genetica/

https://visao.sapo.pt/exameinformatica/noticias-ei/ciencia-ei/2016-01-13-quantas-celulas-tem-o-corpo-humano/

https://www.youtube.com/watch?v=pJ-4umGkgos&t=6sDr. John Sanford "Genetic Entropy and the Mystery of the Genome" 1/2

https://www.youtube.com/watch?v=K8KbM-xkfVkDr. John Sanford*** "Genetic Entropy and the Mystery of the Genome" 2/2

***professor universitário semi-reformado da Universidade Cornell, com um Ph.D em criação/genética de plantas na Universidade do Wisconsin

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Evidências do Dilúvio no registo fóssil #2

 Há  duas semanas, eu publiquei um post com algumas evidências presentes no registo fóssil de que o Dilúvio de facto ocorreu.

Neste post irei apresentar mais algumas.

A primeira é o facto que fósseis de bivalves (ex: ostra) são encontrados na sua maioria fechados, mesmo que estes quando morrem naturalmente se abram, logo, eles não tiveram tempo de se abrir devido à rápida fossilização.

Fig. 1 - Fósseis de bivalves fechados


A segunda é a existência de uma faixa de fosseis do tamanho de 3 estados Americanos com nautiloides todos orientados na mesma direção. 

A única explicação lógica é que foram todos depositados rapidamente, e ao mesmo tempo, na direção da corrente.

Fig .2 - Foto de um fóssil de um nautiloide (não consegui encontrar fotos de um conjunto deles, nem uma imagem do mapa do estrato a que me refiro)


A terceira, é uma lista de tipos de fósseis que, por si só indicam uma rápida fossilização:


Fig. 3 - Foto de um fóssil de um ictossauro a dar à luz


  • um peixe a comer outro/um peixe que foi enfiado dentro da boca de outro devido à rapidez do evento que causou as suas mortes;

Fig. 4 - Foto de um fóssil de um peixe a comer outro


  • um inseto voador (espécie de traça) perfeitamente fossilizado, ainda que a fossilização ocorra sempre dentro de àgua, ele não apresenta qualquer sinal de degradação;

Fig. 5 - Foto de um fóssil de um inseto voador
  • uma folha também muito bem preservada;

Fig. 6 - foto de um fóssil de uma folha




Fontes:
https://www.google.pt/imghp?hl=pt-PT&tab=ri&authuser=0&ogbl - google imagens
https://www.youtube.com/watch?v=T52JFJaa16A&t=2800s - Session 4, Evidence for the Noah's Global Flood, Laurence Tisdall

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Drama in the rocks - as evidências recolhidas em laboratório

 Neste post irei apresentar as descobertas realizadas em laboratório, apresentadas neste documentário.

A primeira foi realizada por Guy BerthaultEle descobriu que sedimentos a fluir continuamente no ar, no vácuo, ou na água, forma uma sucessão de depósitos de sedimentos finos e grossos alternadamente, que se parecem com camadas, mas que não são camadas.

Fig. 5 - Sucessão de depósitos de Guy Berthault



A segunda foi a sequência de experiências estratigráficas realizada por ele e pela sua equipa no Laboratório de Hidráulica da Universidade Estatal do Colorado (EUA). 

    Eles utilizaram um grande tanque (de 4 pés (1m) de largura e 60 pés (18m) de comprimento), que fazia circular 1000 pés³ (305 m³) de água e 8 toneladas de uma mistura de areia, providenciando um fornecimento contínuo de partículas de areia grossas e finas, em condições de fornecimento constantes.

A equipa ao estudar a formação de estratos, viu que quando a corrente era mais forte apenas os sedimentos mais grossos se depositavam e, quando a corrente era mais fraca ambos os tipos de sedimentos se depositavam (da forma indicada por Johannes Volta).
Ao terminarem a sequência de experiências, cortaram um perfil dos estratos formados; que se pode ver na fotografia seguinte:



Fig. 6 - Perfil dos estratos formados em laboratório pela equipa de investigadores


A partir deste perfil dos estratos podemos ser levados a pensar que cada um dos estratos são camadas que se formaram, uma em cima da outra mas, na verdade, são o resultado da sucessão de várias camadas que se dividiram nestes estratos ao se formarem. 


(Legenda: Palavras/expressões a vermelho – traduções que não tenho a certeza do termo adequado)


Fontes do texto:

https://www.dailymotion.com/video/x28bdny - 

Drama in the Rocks 720p english

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Evidências do Dilúvio no registo fóssil #1

 Existem muitas evidências científicas que se encontram de acordo com o Dilúvio.

Neste post irei falar sobre algumas daquelas encontradas no arquivo fóssil. E aqui estão elas:

  • Fósseis de animais fossilizados com o pescoço virado para trás indicando morte por afogamento.

Fig. 1 - Fóssil de animal com o pescoço dobrado para trás (arqueopterix, acho eu)


  • Ovos de dinossauro fossilizados com casca dupla como uma indicação de que o animal que o pôs estava em stress (quando um animal que põe ovos se encontra numa situação de perigo ele, em vez de pôr o ovo imediatamente, mantém-no dentro de si e fá-lo passar novamente pelo processo de formação da casca; dando-lhe uma casca dupla como resultado).

Fig.2 - Ninho de ovos de dinossauro


  • Ao fazer uma experiência para descobrir a longevidade de uma biomolécula, ou de uma célula; acelarando o processo de envelhecimento utilizando temperaturas mais altas, os cientistas chegaram à conclusão de que elas não chegaria nem perto do nº de mil milhões de anos que se diz que estas estruturas fossilzadas têm.

Fig. 3 - Foto de imagem microscópica de células de um tecido mole encontrado num chifre de um triceratops fossilizado

  • Ao nível celular, todos os seres têm o mesmo grau de complexidade e, as únicas diferenças no grau de complexidade encontram-se na capacidade de locomoção pois, os animais terrestres precisam de estruturas mais complexas para se deslocarem em terra do que os animais marinhos precisam para se delocarem na água e, como eles não necessitam das mesmas, não as têm.

  • A ordem dos animais nos vários estratos deve-se provavelmente ao facto de que os animais seriam enterrados pela ordem da altura a que se situava o seu habitat*; desde os animais que viviam na superfície marinha até aos animais que viviam/podiam viver nas montanhas mais altas.


*Para mais informações sobre a formação de estratos, veja este documentário (para quem perceber inglês), ou, leia a série de posts que eu irei publicar sobre o mesmo.


Fonte:
https://www.youtube.com/watch?v=oC_YlyYHo40 - Como é que as pegadas de dinossauros e os ovos são provas de uma inundação global Dr.Art Chadwick
https://www.youtube.com/watch?v=UM82qxxskZE - O Génesis é História? - Veja o filme completo

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Drama in the rocks - as evidências recolhidas em trabalho de campo

 Eu há uns tempos vi um documentário chamado "Drama in the rocks", que apresentava evidências experimentais de como se formam os estratos*, e decidi traduzi-lo de forma a que falantes de português que não percebessem inglês o pudessem ver e compreender.

Pensei em pôr a tradução no Youtube como uma contribuição da comunidade (se na altura em que terminasse, esta funcionalidade ainda estivesse disponível) ou como um comentário; mas como não me foi possível fazer qualquer uma delas, decidi apresentar todas as informações nele contidas num texto escrito por mim, com as imagens do documentário.

Aqui está a 1ª parte sobre as evidências recolhidas em trabalho de campo:

 (Legenda:

Palavras/expressões a vermelho – traduções que não tenho a certeza do termo adequado)

Muita gente pensa, ou está convencida, de que a estratigrafia suporta a Teoria da Evolução pois a partir dos seus princípios* ela prova que a evolução de facto ocorreu.

Neste post irei começar por apresentar as evidências geológicas recolhidas em trabalho de campo de como se formam os estratos, depois, em posts posteriores, irei apresentar as evidências recolhidas de experiências laboratoriais, seguidas das consequências que estas acarretam e, para finalizar irei dar a minha opinião em relação a este tema.

Em primeiro lugar, irei apresentar os estudos feitos em trabalho de campo.

Johannes Volta, um dos primeiros geólogos a estudar este tema; ao fazer uma sondagem na baía de Nápoles, comparou a sequência de estratos da mesma com a sequência de estratos visíveis na horizontal, viu que eram iguais, e concluiu que os princípios da sobreposição e da continuidade lateral estão errados; pois, todos os estratos ainda se estavam todos a formar.


Fig.1 - Esquema da comparação realizada por Volta

Outra descoberta feita fora de laboratório foi a sondagem feita por "Several Holmes" da superfície marinha do Oceano Pacífico, com o navio Global Challenger. nos anos 70/80; onde puderam constatatar que a lei de Volta era tão aplicável a sedimentos costeiros, como a sedimentos do fundo do mar, pois os estratos marinhos nunca chegaram a endurecer, na verdade, o endurecimento dos sedimentos só começava a 300m abaixo do leito marinho. A única exceção conhecida é o caso dos sedimentos de sílex e, mesmo esses só começam a endurecer a 100m abaixo do fundo do mar.


Fig.2 - profundidades a que o endurecimento dos sedimentos começa a aparecer.


Depois de apresentadas estas evidências alguns cientistas ainda ficaram relutantes em aceitar a lei de Volta; mas recentemente ocorreram dois acontecimentos que retiraram qualquer razão para ficar relutante; eles foram:

A erupção do vulcão do Monte Santa Helena em 1980. Esta, ao devastar uma vasta floresta próxima, provocou um grande maremoto num lago local, o que fez com que, em poucas horas, se formassem 600pés (aprox. 183m) de sedimentos, que secaram e formaram rochas estratificadas.


Fig. 3 - Foto das rochas formadas como consequência da erupção


Para além disso, a explosão também fez com que grandes quantidades de lama corressem pelas rochas adjacentes e formassem um desfiladeiro com mais de 100 pés (aprox. 30m) de profundidade e 200 pés (aprox. 60m) de largura.

Fig. 4 - Foto do desfiladeiro formado como consequência da erupção


E esta foi a primeira parte deste texto. 

Até ao próximo post.


Notas:

*Princípio da sobreposição diz que os estratos do topo são os mais recentes de todos, ou seja, os estratos mais antigos estão depositados nas partes mais baixas e os mais recentes no topo.

Princípio da horizontalidade. Nele os estratos são, em regra, expostos em camadas horizontais (planas).

Princípio da continuidade lateral. Nele um estrato tem sempre a mesma idade ao longo de toda a sua extensão independentemente da ocorrência da variação horizontal de fáceis. Uma camada limitada por um muro e por um tecto e definida por uma certa fáceis tem a mesma idade ao longo  de toda a sua extensão lateral.

Princípio da Identidade Paleontológica diz que estratos com o mesmo conteúdo fossilífero têm a mesma idade. 

(Não os pus a todos pois estes são os relevantes para o tema tratado no documentário.)



Fontes do texto:

https://paleontologiaeevolucao.blogs.sapo.pt/principios-de-estratigrafia-1042

https://www.dailymotion.com/video/x28bdny - 

Drama in the Rocks 720p english