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quarta-feira, 11 de novembro de 2020

O Dilúvio e as águas do batismo

 Neste post irei falar sobre a relação entre o Dilúvio e o sacramento do batismo.

Primeiro irei mostrar-vos uma citação da 1ª Carta de Pedro que fala de como o Dilúvio foi uma prefiguração do Batismo:

"[A] saber, aos que foram incrédulos autrora, nos dias de Noé quando Deus, em sua longaminidade, comtemporizava com eles, enquanto Noé construía a arca, na qual poucas pessoas, isto é oito, foram salvas por meio da água. Aquilo que lhe corresponde é o batismo que agora vos salva, não aquele que consite em uma remoção da imundíce do corpo, mas em compromisso solene de uma boa consciência para com Deus pela ressurreição de Jesus Cristo[.]"

(1 Pedro 3,20 – 21)

 Agora irei mostrar-vos uma tabela que nos permite compará-los mais facilmente:


Dilúvio

Batismo

Um mundo corrupto devido ao pecado é coberto de água (julgamento).

Um pecador coloca a sua confiança em Cristo para a salvação e é coberto com água.

A Arca levantou aqueles que acreditaram para fora da água (salvação).


O crente em Cristo é levantado para for a da água.

Depois do início do Dilúvio, choveu durante 40 dias e 40 noites.

Depois do batismo de Jesus ele jejuou por 40 dias e 40 noites.

Depois do Dilúvio, uma pomba indicou a Noé que ele já podia regressar a terra seca.

Depois do batismo de Jesus, o Espírito de Deus desceu sob a forma de uma pomba.




Baseado nas informações e na tabela encontrada nesta palestra, no minuto 56:55 (eu traduzi-as).

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Drama in the rocks - as evidências recolhidas em laboratório

 Neste post irei apresentar as descobertas realizadas em laboratório, apresentadas neste documentário.

A primeira foi realizada por Guy BerthaultEle descobriu que sedimentos a fluir continuamente no ar, no vácuo, ou na água, forma uma sucessão de depósitos de sedimentos finos e grossos alternadamente, que se parecem com camadas, mas que não são camadas.

Fig. 5 - Sucessão de depósitos de Guy Berthault



A segunda foi a sequência de experiências estratigráficas realizada por ele e pela sua equipa no Laboratório de Hidráulica da Universidade Estatal do Colorado (EUA). 

    Eles utilizaram um grande tanque (de 4 pés (1m) de largura e 60 pés (18m) de comprimento), que fazia circular 1000 pés³ (305 m³) de água e 8 toneladas de uma mistura de areia, providenciando um fornecimento contínuo de partículas de areia grossas e finas, em condições de fornecimento constantes.

A equipa ao estudar a formação de estratos, viu que quando a corrente era mais forte apenas os sedimentos mais grossos se depositavam e, quando a corrente era mais fraca ambos os tipos de sedimentos se depositavam (da forma indicada por Johannes Volta).
Ao terminarem a sequência de experiências, cortaram um perfil dos estratos formados; que se pode ver na fotografia seguinte:



Fig. 6 - Perfil dos estratos formados em laboratório pela equipa de investigadores


A partir deste perfil dos estratos podemos ser levados a pensar que cada um dos estratos são camadas que se formaram, uma em cima da outra mas, na verdade, são o resultado da sucessão de várias camadas que se dividiram nestes estratos ao se formarem. 


(Legenda: Palavras/expressões a vermelho – traduções que não tenho a certeza do termo adequado)


Fontes do texto:

https://www.dailymotion.com/video/x28bdny - 

Drama in the Rocks 720p english

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Drama in the rocks - as evidências recolhidas em trabalho de campo

 Eu há uns tempos vi um documentário chamado "Drama in the rocks", que apresentava evidências experimentais de como se formam os estratos*, e decidi traduzi-lo de forma a que falantes de português que não percebessem inglês o pudessem ver e compreender.

Pensei em pôr a tradução no Youtube como uma contribuição da comunidade (se na altura em que terminasse, esta funcionalidade ainda estivesse disponível) ou como um comentário; mas como não me foi possível fazer qualquer uma delas, decidi apresentar todas as informações nele contidas num texto escrito por mim, com as imagens do documentário.

Aqui está a 1ª parte sobre as evidências recolhidas em trabalho de campo:

 (Legenda:

Palavras/expressões a vermelho – traduções que não tenho a certeza do termo adequado)

Muita gente pensa, ou está convencida, de que a estratigrafia suporta a Teoria da Evolução pois a partir dos seus princípios* ela prova que a evolução de facto ocorreu.

Neste post irei começar por apresentar as evidências geológicas recolhidas em trabalho de campo de como se formam os estratos, depois, em posts posteriores, irei apresentar as evidências recolhidas de experiências laboratoriais, seguidas das consequências que estas acarretam e, para finalizar irei dar a minha opinião em relação a este tema.

Em primeiro lugar, irei apresentar os estudos feitos em trabalho de campo.

Johannes Volta, um dos primeiros geólogos a estudar este tema; ao fazer uma sondagem na baía de Nápoles, comparou a sequência de estratos da mesma com a sequência de estratos visíveis na horizontal, viu que eram iguais, e concluiu que os princípios da sobreposição e da continuidade lateral estão errados; pois, todos os estratos ainda se estavam todos a formar.


Fig.1 - Esquema da comparação realizada por Volta

Outra descoberta feita fora de laboratório foi a sondagem feita por "Several Holmes" da superfície marinha do Oceano Pacífico, com o navio Global Challenger. nos anos 70/80; onde puderam constatatar que a lei de Volta era tão aplicável a sedimentos costeiros, como a sedimentos do fundo do mar, pois os estratos marinhos nunca chegaram a endurecer, na verdade, o endurecimento dos sedimentos só começava a 300m abaixo do leito marinho. A única exceção conhecida é o caso dos sedimentos de sílex e, mesmo esses só começam a endurecer a 100m abaixo do fundo do mar.


Fig.2 - profundidades a que o endurecimento dos sedimentos começa a aparecer.


Depois de apresentadas estas evidências alguns cientistas ainda ficaram relutantes em aceitar a lei de Volta; mas recentemente ocorreram dois acontecimentos que retiraram qualquer razão para ficar relutante; eles foram:

A erupção do vulcão do Monte Santa Helena em 1980. Esta, ao devastar uma vasta floresta próxima, provocou um grande maremoto num lago local, o que fez com que, em poucas horas, se formassem 600pés (aprox. 183m) de sedimentos, que secaram e formaram rochas estratificadas.


Fig. 3 - Foto das rochas formadas como consequência da erupção


Para além disso, a explosão também fez com que grandes quantidades de lama corressem pelas rochas adjacentes e formassem um desfiladeiro com mais de 100 pés (aprox. 30m) de profundidade e 200 pés (aprox. 60m) de largura.

Fig. 4 - Foto do desfiladeiro formado como consequência da erupção


E esta foi a primeira parte deste texto. 

Até ao próximo post.


Notas:

*Princípio da sobreposição diz que os estratos do topo são os mais recentes de todos, ou seja, os estratos mais antigos estão depositados nas partes mais baixas e os mais recentes no topo.

Princípio da horizontalidade. Nele os estratos são, em regra, expostos em camadas horizontais (planas).

Princípio da continuidade lateral. Nele um estrato tem sempre a mesma idade ao longo de toda a sua extensão independentemente da ocorrência da variação horizontal de fáceis. Uma camada limitada por um muro e por um tecto e definida por uma certa fáceis tem a mesma idade ao longo  de toda a sua extensão lateral.

Princípio da Identidade Paleontológica diz que estratos com o mesmo conteúdo fossilífero têm a mesma idade. 

(Não os pus a todos pois estes são os relevantes para o tema tratado no documentário.)



Fontes do texto:

https://paleontologiaeevolucao.blogs.sapo.pt/principios-de-estratigrafia-1042

https://www.dailymotion.com/video/x28bdny - 

Drama in the Rocks 720p english

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Clonlara School - how does it work and my opinion about it

Clonlara is a school that's different from the “normal” ones. In this school you begin your learning using your interests and then you follow them wherever they take you. Like this: you are a student that likes aeroplanes and everything realted to them; you may begin by learnig how each of them works and in the middle you can learn a bit of History from the origin of the plane, or a bit of Phisics from the reason to the aerodynamic disign of it.

Appart from all this, there is another thing that needs to be done and is done in this school, the recording of the learning process, the “filling” of the Full Circle Learning.

Besides all the points refered before we do volluntering as well. It's a compulsury point, for the high school students (9th -12th grades) but, you can choose the ones you do (at least 2 different ones).


My opinion about this school difers because on one hand I'm almost 100% free to study everything I want, nevertheless, due to the basics required from the school itself plus the ones for the areas that I like, I end up having boundaries that help me as well as bother me.

Other point is our recording desasters. I explain ,when we (me and my sisters) make a video to show how our dance practice is going it goes worse than it truly is, as a result of our disconfort of dancing in front of a camera. With this problem it's impossible to record our evolution in that point.

In short, Clonlara School is a good school to be in but, it also has its disadvantages. 


segunda-feira, 25 de maio de 2020

Pizza AIP

Há uns tempos experimentei esta receita de "pizza" AIP, fazendo apenas a massa e fazendo um recheio diferente. Durante o processo houve precalços mas, no final ficou boa.

(Não cheguei a tirar fotografia mas, o próprio aspeto da pizza não era nada de especial pois a própria massa e o recheio eram ambos castanhos.)

Nota: Todas as intruções que estiverem entre parenteses são minhas tudo o resto é apenas traduzido.

Aqui está a minha tradução da receita:



Ingredientes


Para a massa:
2/3 de Cháv. de farinha de araruta (amido)
1/4 de cháv. + 2c. de sopa de farinha de coco (pode ser necessária mais)
1c. de chá de creme tártaro (eu utilizei vinagre)
1/2 c. de de chá de bicarbonato de sódio
1/4 de c. de chá de sal
2 c. de sopa de azeite
1/2 cháv. de água morna

Para o recheio:
1 cháv. de batata doce cortada finamente
1.5 c. de sopa de azeite (irá ser utilizado em mais do que uma parte da receita)
85g de salmão fumado
1 colher de sopa de alcaparras, escorridas e enxaguadas
2 c. de sopa de endro fresco picado
flocos de sal


Instruções:

1) Pré-aquecer o forno a 220ºC. Cobra o tabuleiro que irá utilizar para a pizza com papel vegetal (pode ter qualquer forma - rétangular, circular, etc).

2) Misture todos os ingredientes secos numa taça com uma vara de arames. Junte lentamente o azeite, misturando enquanto o coloca. Coloque a água quente  e misture bem. A massa pode ficar um pouco quebradiça mas no próximo passo irá ficar bem. (Se a massa ficar líquida, vá colocando, um pouco mais de farinha de coco até ficar com a concistência de um creme  um pouco líquido.)

3) Coloque a bola de massa no tabuleiro. Coloque outra folha de papel vegetal em cima da massa e, usando as mãos ou o rolo da massa, espalhe-a até formar uma massa com 0.6 cm de espessura.
(Coloque a "massa" no tabuleiro deixando-a espalhar-se.)

4) Leve ao forno durante 12 - 13  minutos, ou até que esteja dourada e crocante.

5) Enquanto a massa cozinha, leve a batata doce ao lume com 1c. de sopa de azeite, saltei-a até ficar ligeiramente acastanhada e tenra, aproximadamente 6 minutos no total.

6) Pincele a 1/2 c. de sopa de azeite por cima da massa e distribua os ingredientes do recheio de forma regular por cima da massa e, de seguida, polvilhe com o sal.
(Eu fiz uma mistura de cebola, atum, azeitonas, cogumelos que levei ao lume com um pouco de azeite e simplesmente pu-lo em cima da massa, e ficou deliciosa.)  Sirva imediatamente.

quinta-feira, 26 de março de 2020

Bolachas AIP com passas

Ontem experimentei esta receita de bolachas AIP. O resultado foi bom contudo, as bolachas mais grossas precisavam de mais tempo no forno, mas como foi a primeira vez que as fiz não sabia o quanto elas endureceriam ao arrefecerem.

Aqui está o resultado:




E aqui está a minha versão traduzida (com algumas alterações)

Ingredientes:
1 1/2  cháv. de farinha de mandioca
1c. de chá de bicarbonato de sódio
1/2 c. de chá de sal
1 c. de chá de canela
1 c. de sopa de gelatina*
1/4 de cháv. de açúcar de coco
1/4 de cháv. de mel (no original era charope de ácer)
3/4 de cháv. de puré de abóbora (eu utilizei esta receita)
1/2 c. de chá de raspa de limão (no original era 1 c. de chá de extrato de baunilha)
1/2 cháv. de passas


Instruções:
(Se não tiver puré de abóbora de compra, faça a receita referida acima)

1) Pré aqueça o forno  a 200º C. Coloque uma folha de papel vegetal num tabuleiro de forno.

2) Misture, numa taça média, a farinha, o bicarbonato de sódio, o sal, a canela e a gelatina.

3) Numa taça grande, bata  o óleo, o mel e o açúcar, com uma batedeira elétrica. Junte a abóbora e a raspa de limão. Misture numa velocidade baixa até ficarem incorporadas na massa.

4)Adicione a mistura da farinha e misture. Coloque as passas aos poucos, indo misturando.

5) Coloque a massa na forma de bolinhas** achatadas no tabuleiro e leve ao forno por 9 minutos.
Passado esse tempo, se necessário, vá colocando as bolachas no forno por mais 2 minutos de cada vez até elas ficarem com a textura adequada.

Esta receita dei-me para 30 bolachas aproximadamente.


*A gelatina pode ser substituída por 1 ovo.

**na receita original dizia que cada bolacha deveria corresponder a duas colheres de sopa de massa; mas quando eu tentei fazê-las com esse tamanho elas ficaram demasiado grandes (e descobri que a massa tinha ficado demasiado quebradiça) e, por isso, voltei a pô-las na taça, acrescentei mais puré e  a minha mãe misturou a massa que depois disso ficou muito mais adequada para fazer as bolachas.


Um conselho: não faça as bolachas muito grossas pois dessa forma irão demorar mais tempo, além de que para quem está a fazer pela primeira vez, é mais provável que não acerte no tempo certo de "cozedura" no forno.

quinta-feira, 19 de março de 2020

Bombons de coco e limão com ganache de "chocolate"

Hoje experimentei, com ajuda da minha mãe, esta receita, com algumas alterações, e, pela primeira vez, ficou absolutamente delicioso.

Aqui está o resultado:




Aqui está a versão traduzida e com as nossas alterações:

Ingredientes:

Para os bombons:
1/3 cháv. de natas de coco (é apenas a camada superior que fica no leite de coco depois de ir ao frigorífico)
1 c. de sopa de óleo de coco
3 c. de sopa de mel (na receita original era xarope de áçer)
2 c. de sopa de coco ralado (na receita original era extrato de baunilha sem alcool)

Para o ganache:
1/3 cháv. de leite de coco
2c. de sopa de mel
2 c. de sopa de farinha de alfarroba


Instruções:

1) Num tacho, em lume médio, misture as natas de coco, o óleo de coco, o mel e a raspa de limão.

2) Tire do lume e acrescente a gelatina. Misture bem, assegurando que fica sem grumos.

3) Logo a seguir, coloque o coco ralado. Misture bem.

4) Coloque papel vegetal em cima de um tabuleiro.

5)Faça bolinhas com uma colher e coloque-as no tabuleiro com aprox. 2 cm de distancia entre cada uma delas.

6) Faça o ganache:
Num pequeno tacho, em lume médio, misture os ingredientes do ganache.

7) Despeje em pequenas quantidades em cima dos bonbons.

8) Ponha-os no frigorífico por 30 min.

9) Sirva-os frios.


quinta-feira, 5 de março de 2020

Tarte de maçã AIP

Há dois dias experimentei esta receita de tarte de maçã AIP (com ajuda da minha mãe).
O resultado não foi muito bom, pois ficou com a crosta com zonas a saber demasiado a óleo de coco, outras a saber demasiado a limão e outras a saber mais ou menos bem; para além disso o recheio ficou um pouco insonso pois o limão cortou o doce da maçã.
Mas, mesmo com todos estes pontos negativos houve um que foi positivo: o aspeto pois de aparência ficou apelativa.

Aqui está ela:


Já agora, para quem não souber inglês, aqui está a receita traduzida por mim:

Ingredientes:

Para o recheio:
5 maçãs descascadas, "descaroçadas" e laminadas
1/2 cháv. de açúcar de coco
1 c. de sopa de canela
1/4 c. de chá de sal
sumo de 1/2 limão

Para a crosta:
1 cháv. de amido de araruta
1/2 cháv. de farinha de coco
2 c.s de sopa de açúcar de coco
1/4 c. chá de sal
3/4 cháv. de óleo de coco frio
1/2 cháv. de água fria

Instruções:

1) Pré-aquecer o forno a 180ºC. Se ainda não tiver medido o óleo de coco e a água, faça-o agora e ponha-os no frigorífico.

2) Coloque as fatias de maçã numa taça grande. Encha um fervedor grande (com água suficiente para cobrir as maçãs completamente) e ferva-a. Quando já tiver fervido deite-a por cima das maçãs e deixe-as repousar durante 8 minutos. Escorra-as e deixe-as de lado enquanto faz a massa.

3) Coloque numa taça média a farinha de araruta, a farinha de coco, o açúcar de coco e o sal. Misture.
Usando um cortador de massa* , uma faca de manteiga ou os dedos, parta o óleo de coco em pedaços de tamanho semelhante ao de uma ervilha (vá colocando os pedaços já cortados dentro da taça. Acrescente a água e misture gentilmente. 
Nota: Se misturar com as mãos tenha cuidado para não misturar demasiado pois se o fizer o óleo irá derreter e a tarte não terá o resultado esperado.

4) Coloque a massa numa forma de tarte (aprox. 23 cm de diâmetro)**. Usando os dedos espalhe a massa uniformemente ao longo do fundo e das bordas. Faça buracos com um garfo. Leve ao forno por 15 minutos. Retire do forno e deixe de lado enquanto faz o recheio.

5) Seque as maçãs com um pano de cozinha***. Misture o resto dos ingredientes do recheio, com exceção do sumo limão, numa taça grande, adicione as maçãs e misture gentilmente.

6) Coloque o recheio em cima da massa e deite o sumo de limão em cima da tarte. Leve ao forno durante 30-35 minutos ou, até a crosta ficar dourada.

7) Deixe arrefecer 10-15 minutos e sirva.



*Para quem não souber o que é pode pesquisar na internet por pastry cutter e irá encontrar imagens do mesmo.
** No nosso caso usámos uma forma com 27 cm de diâmetro e mesmo assim a masa ficou grossa (um pouco demais para os nossos padrões).
*** Nós saltámos este passo pois achámos desnecessário secar maçãs já escorridas.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

As Cruzadas - a verdadeira história

Muitas vezes, ao se falar sobre as Cruzada se fala sobre "factos" que são, na verdade, mitos , e neste post irei identificá-los e expor os verdadeiros factos.


1) As Cruzadas foram ataques à pacífica cultura muçulmana por parte de papas doidos e desrespeitadores das outras culturas.

As Cruzadas foram guerras defensivas, pois elas foram a resposta dos reinos católicos da Europa aos ataques dos muçulmanos ao Mundo Cristão da época.
Os seus ataques duraram mais de quatro séculos nos quais foram tão bem sucedidos que chegaram a conquistar dois terços do Mundo Cristão Antigo. Então estes reinos teriam de se defender ou sucumbir ao domínio muçulmano.


2) Os cavaleiros (a grande maioria "segundos filhos") que nelas participaram apenas o fizeram para ficarem ricos em terras longíncuas.

Na sua maioria, os cavaleiros eram grandes senhores que viam a cruzada como um ato de amor e caridade pelos seus irmãos a sofrer, e um ato de penintência pelos seus pecados. Isto acontecia porque emprender uma cruzada era muito dispendioso e, para além disso, estes senhores queriam ganhar um tesouro no céu e não na terra.


3) Os objetivos das Cruzadas era a converção forçada de muçulmanos ao cristianismo.

 Os verdadeiros objetivos das Cruzadas foram a libertação dos cristãos do Oriente e a libertação da Terra Santa.
 Para além disso os muçulmanos que viviam em terras conquistadas pelos Cruzados eram sempre deixados livres para manterem a sua vida normal, incluindo a sua religião.
As únicas tentativas de conversão de muçulmanos ocorreram no século XIII  e foram através de persuasão pacífica e não através de violência.


4) Nas Cruzadas podemos ver as raízes do Holocausto.

É verdade que durante as Cruzadas muitos judeus morreram mas, esse não era o objetivo das mesmas pois vários bispos, papas e pregadores disseram que os judeus eram para serem deixados em paz. Mesmo com todos este avisos alguns cristãos não obdeceram ,torturaram muitos deles e, por isso, apenas paravam quando iam ao local onde estes se encontravam para os obrigar a parar.



Bibliografia:
https://www.crisismagazine.com/2019/the-crusades-were-an-act-of-love